Quando na Europa, central
especialmente, estava quase completamente coberta de grandes bosques e os viajantes deviam fazer cansativas travessias em diligência, a presença do schnauzer era indispensável: durante o trajeto diurno corria ao lado dos cavalos, quase nos seus calcanhares; cada tanto, adiantava-se a eles para inspecionar o caminho, latindo furiosamente quando advertia algo suspeito. Nas horas noturnas acomodava-se junto ao postilhão
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