sábado, 7 de janeiro de 2012

ola queridos leitores,estou aqui para comunica-los que eu resolvi seguir um caminho diferente para o blog,quero deixar de falar somente de animais,portanto começarei a falar de assuntos variados, sem regras e mudarei o nome do blog a partir de hoje dia 7/01/12 espero q não se desapontem!!!amo vocês!!

sábado, 9 de outubro de 2010

Bulldog Inglês




Recuando no passado, o Bulldog Inglês descende dos antigos Mastins asiáticos que foram introduzidos na Europa pelos Fenícios, por volta do séc. VI.a.C. Estes cães, foram utilizados na guerra e nos desportos de coliseu na época romana.

No entanto, só no séc.XIII é que se regista o aparecimento do Bulldog, altura em que se tornaram populares na Grã-Bretanha os combates entre cães e touros - Bull Baiting. Estes combates foram impulsionados pelo Lord Stamford que, num ocasional passeio em Lincolnshire, viu dois touros disputando a posse de uma fêmea. Os cães de um açougueiro local precipitam-se sobre um dos touros, e abateram-no após uma luta feroz. Divertido com o que testemunhou, decidiu reservar uma área onde estas lutas se tornassem prática comum. A popularidade deste desporto depressa se estendeu pela Grã Bretanha, que foi polvilhada com arenas que ainda hoje existem naquele país.

Neste contexto, o Bulldog foi sendo moldado física e psicologicamente para confrontar o touro, tornando-se num animal feroz e destemido, com uma excelente técnica de combate e elevada resistência à dor.

Mas, com o passar dos séculos, evoluíram as mentalidades e refinaram-se os gostos, o que conduziu a que, em 1835, este "desporto" fosse proibido e a sua prática censurada. Como consequência, a possibilidade de extinção ameaçou esta estirpe de cães, mas o Sr. Bill George, um admirador dos Bulldog Inglês, impediu que tal sucedesse, apostando na sua criação.

Nas décadas posteriores, outros adeptos desta raça empenharam-se na sua criação, dedicando-se a um minucioso trabalho que consistia na selecção dos cães com um temperamento mais dócil e seguro. Desta forma, foram-se fixando os espécimes com a herança genética que os torna adequados ao meio social.

Em 1875 foi fundado o Bulldog Club Incorporated, que ainda hoje coordena as actividades sobre a raça na Inglaterra e em 1891 foi criada a London Bullgod Society.

Temperamento
Apesar do passado desta raça ser pautado com algum grau de violência, há que salientar que o Bulldog hoje é um cão meigo, de temperamento ameno e amigo das crianças, muito diferente daquele que possuíam os seus antepassados.

É considerado um cão muito pacífico, que aprecia a companhia do dono, mantendo no entanto a sua independência. Tem um excelente perfil de cão de guarda e necessita de muita atenção dos donos.

Descrição
O Bulldog Inglês é um animal de estatura pequena, com um peso que varia nos machos, entre os 22.7 a 25 Kg e, nas fêmeas, entre os 18 a 22,7 Kg.

A pelagem, curta e macia, necessita apenas de uma escovagem diária e as suas cores variam entre o branco, o fulvo-claro, vermelho ou castanho escuro e diferentes tipos de malhados.

É dotado de um crânio grande, largo, com uma testa ligeiramente achatada e olhos redondos, de inserção baixa. A possibilidade de contrair infecções nos olhos e na boca, exige algum cuidado e atenção com a higiene destas zonas. A pele da cabeça é fina e macia, formando pequenas rugas, que no pescoço formam duas barbelas. As orelhas, pequenas e finas, são de inserção alta na cabeça.

A região facial é uma característica mais distintivas desta classe de cães: possui um focinho saliente, com um nariz expressivo e umas bochechas arredondadas e salientes. Os maxilares são largos devido aos dentes fortes e grandes. É aconselhável que, após o banho, se seque com cuidado as dobras faciais e o restante corpo. Pode vir a ser necessária a aplicação de cremes nas pregas de pele sujeitas a maior fricção

O tronco é compacto, curto, tal como os membros inferiores e superiores, cuja musculatura é bem desenvolvida e rígida.

Observações
A nível de saúde, existe uma certa vulnerabilidade para desenvolver assaduras e dermatites, bem como problemas de joelhos e nas ancas.

É um animal sensível a temperaturas extremas, com uma esperança média de vida de 8 anos.
Como possui um aparelho digestivo bastante activo, convém que seja submetido a algum exercício para evitar obesidade.

Convém limpar as pregas de pele no pescoço e no focinho com água e sabão neutro.

Curiosidades
Esta famosa raça não só conquistou algumas das mais ilustres personagens da nobreza inglesa (a Rainha Isabel I e o Rei Jaime I, são alguns exemplos), como também foi retractada por Shakespeare, na peça teatral Henrique VI.

sábado, 2 de outubro de 2010

Cavalo marinho


Eu acho o cavalo marinho um peixe muito interresante e bonito,principalmente porque é o macho que "choca os ovos " e não a fêmea.Ele se alimenta de pequenos molusculos,vermes,crustacios e plânctons.A sua calda longa e prensada permite que ele se agarre as plantas enquanto se alimenta.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

beta


Também conhecido como "peixe de briga", esse peixe da família dos Anabantídeos é originário da Tailândia. Seu nome vem de uma tribo de índios, onde os guerreiros eram chamados de "Bettahs".
Essa associação se deve ao fato de os Bettas machos serem extremamente violentos, não podendo conviver com outros Bettas no mesmo aquário.
Por isso é aconselhada a criação nos chamados "betários", ou seja, aquários de no mínimo
15x12x12 cm.

Os Bettas viviam em águas estagnadas e mal-oxigenadas, como a dos arrozais, por exemplo. A respiração nessas águas só era possível devido a um órgão auxiliar que os Bettas possuem, o labirinto, que os permite retirar seu oxigênio da atmosfera. Por esse motivo, um betário não precisa de oxigenação. Apesar disso, a água do aquário deve ser parcialmente trocada a cada quinze dias, e pode ser usada água de filtro ou mineral, sempre à temperatura ambiente.

A alimentação dos Bettas deve ser feita com a comida, em forma de ração, encontrada nas lojas especializadas, com comidas vivas, (artemias, por exemplo) e até mesmo com gema de ovo cozida (mas isso deixa a água extremamente suja).

Deve-se ter um cuidado especial para não dar comida em excesso (o que pode deixar a água ácida e turva) e sim, dar alimento suficiente para ser consumido em minutos. Caso isso não aconteça, a comida restante deve ser retirada. Esse processo deve ser feito de uma a três vezes ao dia

Para a reprodução o ideal é utilizar um aquário com capacidade para 16 litros (ou 40x20x20cm), onde deve ser posto um solo de areia média de 2 centímetros. A iluminação deve ser feita com uma lâmpada incandescente (de 15 velas) que deve ser exposta por quatro horas diárias.

A temperatura da água deve ser de 27ºC e o Ph 6.9. É aconselhada a colocação de algumas plantas, como a "Sagittaria microfolia" e a "Ceratophillum demersum". Nesse aquário deve ser colocado o macho, que ao estar pronto para a reprodução construirá um ninho de bolhas envoltas num muco bucal na superfície da água.

Quando o ninho estiver pronto, deve ser colocada a fêmea. O macho curvará seu corpo sobre a fêmea, abraçando-a e forçando-a a expelir seus ovos. O macho os fecundará liberando seus espermatozóides na água. Logo após a postura dos ovos, a fêmea deve ser retirada do aquário. O macho então apanhará os ovos no fundo do aquário e os colocará no ninho. Neste momento é aconselhado que se abaixe a altura da coluna da água para dez centímetros para diminuir a pressão da mesma sobre os ovos.

Após 48 horas ocorre a eclosão dos ovos, ou seja, o nascimento dos alevinos, que começam a nadar por volta do sétimo dia (quando isso acontecer, deve-se retirar o macho do aquário). Os alevinos são alimentados nos primeiros dia pelos nutrientes contidos no saco vitelino, e, posteriormente, devem ser alimentados por infusórios (preparados com folhas de couve e gema de ovo seca pulverizada) ou até mesmo por comidas para alevinos, encontradas em lojas especializadas. Somente os mais fortes sobrevivem.Os peixes Betta chegam a medir 10 centímetros.

Observações importantes: Ao colocar a fêmea no
aquário, ela deverá estar "ovada", ou seja, com seu ventre inchado e com algumas linhas verticais, o que indica que ela está pronta para a reprodução. É aconselhado que, antes da reprodução, os aquários do macho e da fêmea sejam colocados lado a lado para eles irem se "acostumando" um com o outro.
A reprodução deve ser feita em um lugar calmo e sem a luz direta do sol. Em dias frios é aconselhada a colocação de um aquecedor de 1 (um) Watt de potência (por algumas horas) no betário para evitar o aparecimento de doenças como fungo e íctio. Na reprodução, a temperatura deve ser mantida constante em 27ºC, como dito anteriormente.

lembra de uma postagem minha chamada minhas aventuras com meu golden retriver finalmente minha mãe resolveu adestralo e ele esta ficando muito mais comportado do
que antes mas ainda não esta totalmente bom mas ainda ta no começo do adstamento
e eu to ultra feliz

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Tubarão Branco


O tubarão-branco pode merecer o outro nome pelo qual é conhecido (em inglês): tubarão assassino. Sabe-se de casos em que atacou seres humanos. Por causa de seu tamanho enorme e seus terríveis dentes ele é o mais temido de todos os tubarões. Mas o tubarão-branco é menos agressivo que seu primo menor, o mako, que ataca tanto nadadores como barcos pequenos.
Exceto algumas espécies que se alimentam de plancto, a maior parte dos tubarões abocanha tudo se parece com a comida. O tubarão-branco morde latas, carniça, animais mortos e vivos e gente também. Os tubarões digerem a comida lentamente. No estômago de tubarões-brancos capturados já foram encontrados corpos intactos de focas e tubarões menores.
O tubarão-branco é encontrado em mar aberto nas regiões temperadas. Raramente vem para perto da praia. Provavelmente não chega aos 12 m de comprimento mencionados em histórias exageradas de tubarões. Tem o focinho pontudo e a boca em forma de lua crescente, cheia de dentes triangulares que no conjunto parecem uma serra.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Baleia orca


Distinta coloração padrão preta e branca. A região ventral apresenta coloração branca contínua da mandíbula ao anus, estreita entre as negras nadadeiras peitorais e com bifurcações atrás do umbigo. A superfície ventral da nadadeira caudal e porção adjacente do pedúnculo da nadadeira caudal também são brancas.
Dorso e flancos pretos, exceto pela presença de uma mancha branca no flanco localizada na região urogenital e pela mancha branca oval atrás dos olhos. Atrás da nadadeira dorsal existe uma mancha altamente variável, cuja coloração pode ser branca ou acinzentada, chamada de “sela”. Nos filhotes essa mancha é menos disCabeça cônica. Ausência de rostro (bico) bem definido
Nadadeira dorsal ligeiramente à frente do centro do dorso. Grande, proeminente e altamente variável na forma: machos adultos possuem nadadeira dorsal alta, ereta e triangular e as fêmeas e juvenis baixa e falcada. A nadadeira dorsal freqüentemente apresenta marcas e cicatrizes
Grandes nadadeiras peitorais arredondas que crescem com a idade podendo atingir 1/5 do comprimento do corpo
Piolhos-de-baleia podem ser encontrados aderidos na superfície da peletinta.